Mas fora desse mundo é que está o que é mais interessante. Vejam se não é motivo para alegria e esperança?
Na campo do pensamento temos o cultíssimo Flávio Gordon, temos Sidney Silveira espalhando coerência tomista, temos Bruna Torlay trazendo a filosofia para perto de todos nós, temos Flavio Morgenstern e sua riquíssima erudição, temos Alexandre Costa, temos o André Assi Barreto, temos Percival Puggina, temos Robson Oliveira, temos o medievalista Ricardo da Costa, temos Guillermo Piacesi, temos o Guilherme Freire, o Rafael Nóbrega, Lucas Lancaster, Rafael Sanzio, temos Roberto Motta, o Luciano Pires, o Luis Ramiro, o Rafael Falcon, temos diversos institutos culturais, como o Civitas. E, claro, temos o melhor professor da história recente, o mestre Olavo de Carvalho.
Na crônica temos o mestre Paulo Briguet. Tinha que ter uma seção só para ele.
No jornalismo, na análise política e cultural, temos Josias Teófilo, Rodrigo Constantino, Leandro Ruschel, minha querida Paula Schmitt, Ana Paula Heinkel. Gustavo Reis, Luis Lacombe e seu O Cruzeiro, Júlio Ribeiro e sua Rádio Mais Brasil, Alexandre Garcia, Max Cardoso, Gérson Gomes, Marco Antonio Costa, a querida Cissa Bailey, Rafael Fontana, Paulo Henrique Araújo, Karina Michelin, Julie Milk, Elisa Robson, Diogo Forjaz, temos a Dama de Ferro, temos nosso correspondente em Londres, Ivan Kleber, temos Fernanda Salles, Lili Pacheco, temos Manoel Carlos e seu Bradock Show, a Andreia Mathias, o Jornal da Cidade Online, temos o Fala Will Tv, o canal Vista Pátria do Allan Frutuoso, temos Allan dos Santos e a Revista Timeline.
No humor e análises satíricas temos o querido Oi Luiz, o Paulo Souza, os Brasileirinhos, o querido Rey Biannchi, o Joaquim Teixeira. Temos os melhores para rirmos da desgraça que é o país e ridicularizarmos os que nos oprimem, que é o primeiro passo para a queda.
Na literatura e no mundo editorial temos o Laudelino Oliveira, temos o Tom Eagle, temos o Rodolpho Loreto (mais não digo por enquanto
No mundo da medicina e ciência temos Francisco Cardoso, temos o Zeballos, temos o Wagner Malheiros, temos Alessandro Loiola, temos Nise Yamaguchi, temos Nine Borges, temos Marcelo Hermes e os Docentes pela Liberdade.
No ensino, temos Ilona Becskeházy (tive que consultar esse sobrenome, confesso), temos Pedro Caldeira, temos o Velho Professor, temos Jeb Malheiro, temos o Andre Nakamura, temos o Instituto Auto-educação, temos o Escola sem Partido, a Bright Minds, temos o Mauro Rosa, temos diversas escolas especiais, temos o Antonio Alves e muitos outros mestres brilhantes.
No direito, temos o Marcelo Rocha Monteiro, a Ludmila Lins Grilo, o Paulo Antonio Papini, o Marcio Engelberg, o querido Augusto Zimmermann, o heróico Émerson Grigolette, o querido Luiz Módolo e mais uma pletora de mentes brilhantes.
E temos centenas, senão milhares de outros nomes que
não foram incluídos porque senão a lista ficaria impossivelmente longa. E sempre vai faltar mais um. A nossa riqueza de talentos é gigantesca.
Se estamos onde estamos é por um incrivelmente maligno e persistente esforço dos nossos inimigos. E pelas nossas falhas, que vão sendo gradativamente identificadas e corrigidas.
Nem todos aplaudem o trabalho de todos os listados, eu bem sei. Ainda assim, todos merecem estar aí e muitos outros também merecem. Aos que deixei de fora, rogo o perdão e a paciência.
Diante de toda essa grandeza, só nos cabe persistir com esperança, fé em Deus e muita disposição para o bom combate.