A Contrarevolução de Trump
Enviado: Seg Nov 03, 2025 3:42 am
A Contrarevolução de Trump
(Eduardo Vieira - 03/nov/2025)
Os americanos seguem chocando o mundo com a política fora da caixa de Donald Trump. Alguns acham que é fora da casinha, dado o alto grau de diferença entre o usual e inoperante linguajar diplomático e o ato de explodir navios repletos de drogas. Seria um afastamento da retórica vazia e da diplomacia suicida de credulidade total às desculpas de quem se apresenta no mundo dos fatos como inimigo. Chocante!
O meio econômico liberal prevê (e repete essa previsão em tom alarmante) uma tendência de queda do PIB americano em relação ao ano passado. Seria, para eles, a consequência lógica das tarifas. Vejo essa reação mais como a indignação pela ousadia do governo Trump de ignorar as regras de um jogo que achatava a economia americana, prejudicava o trabalhador da classe média e privilegiava inimigos declarados do país, como a China. Tarifas sempre existiram, o que ocorre hoje é um aumento dirigido de tarifas como forma de reestruturar práticas comerciais nocivas. Considerando a pujança da economia americana, cujo PIB deve ultrapassar a incrível marca de 30 trilhões de dólares em 2025 creio que as profecias da isentosfera não verão caminho fácil de realização. Naturalmente, veremos um esforço enorme pela realização dessa profecia, com o deep state e a esquerda americana sabotando o país de todas as formas. E isso diz respeito diretamente ao tema desse artigo.
Fracking, "drill, baby, drill", incentivos à expansão da geração nuclear de energia e abandono sistemático da narrativa de mudanças climáticas inverteram a ação americana em relação à energia. As medidas incluem aumento de produção de 5GW e construção de dez novos reatores até 2023. Incentivos de construção de reatores para finalidades de suporte militar ou AI incluem garantias de compra que efetivamente removem os riscos de construção. Trump anunciou em Tóquio o pacto "Power the AI", de 80 bilhões de dólares. Serão dez reatores gerando 8 GW cada.
Em termos de petróleo, o governo Trump aumentou a produção em 21.8% desde o fim do governo Biden. A produção mudou de 11,1 milhões de barris/dia para 13.5 milhões segundo dados da EIA (U. S. Energy Information Administration).
As fronteiras estavam abertas durante o governo Biden, permitindo a entrada de mais de dez milhões de imigrantes ilegais, segundo estatísticas oficiais do Departamento de Segurança Interna (DHS - Department of Homeland Security) dos quais 853.000 seriam criminosos condenados, segundo documento apresentado ao congresso americano pelo ICE em 22 de janeiro de 2025. Hoje a fronteira está praticamente fechada e 271.000 destes criminosos já foram presos, com quase 160.000 deportados.
Em DOZE dias, a administração Trump tornou a capital americana muito mais segura, com redução de 41% em crimes violentos, 60% em roubos e 100% em assassinatos. DEI tornou-se uma expressão maldita de uma hora para a outra. Há que se aplaudir os esforços de Robbie Starbuck e outros ativistas mas simplesmente a chave virou nesse caso.
O número de pessoas se declarando transgênero nas universidades americanas caiu pela metade entre 2022-23 e 2024-25. Palmas para Charlie Kirk aqui, entre outras pautas importantes. Dentro do exército americano, 66% dos transgêneros foram dispensados do serviço em nove meses, com o restante em processo. O número de novos recrutas trans é ZERO. Todos os benefícios para trans foram suspensos.
O governo Trump está pressionando a Rússia para a assinatura de um acordo de paz duradouro para dar fim à guerra na Ucrânia. Foram oito acordos de cessar fogo assinados, incluindo a Rússia no Mar Negro, Ruanda, Tailândia e Índia. Os houthis no Yemen interromperam os ataques depois que a esquadra americana chegou na região.
Tudo isso e muito mais mostram algo claríssimo. Trata-se de uma fortíssima contrarevolução. A oposição é o regressismo radical da esquerda americana, composta por globalistas e aliados de ocasião do eixo islâmico e sino-russo.
As universidades estão sendo consideradas pelo governo Trump como território inimigo e estão em andamento mudanças drásticas no financiamento federal dessas instituições.
Depois de dar uma bela freada de arrumação em casa e na Eurásia, Trump apontou seus canhões para a América Latina, com uma verdadeira guerra ao narcoterrorismo e aos ditadores desse continente, como é o caso das sanções contra vários membros do regime de exceção vigente no Brasil, como o ministro do STF Alexandre de Moraes, alvo de sanções pela lei Magnitsky por violação de direitos humanos. Uma longa lista de autoridades envolvidas em perseguições e ilegalidades relacionadas ao sistema eleitoral e à liberdade de expressão tiveram seus vistos cancelados, incluindo o de familiares, como é o caso dos famigerados ministros Luis Roberto Barroso, Edson Fachin, Dias Toffoli, Carmen Lúcia, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, entre outros.
Destaco aqui o documentário "Fake Judge", do jornalista português Sérgio Tavares, já disponível no YouTube e outras plataformas.
A guerra ao narcoterrorismo já gerou a destruição de 19 embarcações e captura de mais de 100 outras, num total de drogas destruídas ou apreendidas com valor de incríveis 52 BILHÕES de dólares. Aqui estão inclusas apreensões convencionais.
Os efeitos de todas essas ações são algo previsíveis. Literalmente, o sistema narcoterrorista do Foro de São Paulo, que inclui o Brasil, está sofrendo uma drástica queda de faturamento e a guerra acabou de começar. Essa administração está construindo o Forte Narco, na Guiana, numa colaboração com o governo da Guiana, a 40 milhas de Georgetown. Uma segunda base em Porto Rico foi reaberta e está em processo de atualização mas já em plena operação, tendo sido responsável por 8 dos 19 ataques citados anteriormente. Ambas bases se encontram dentro de 600 milhas da costa venezuelana.
Tudo indica que em breve ataques a instalações dos narcoterroristas em terra irão começar e não faltam meios para isso, desde misseis de cruzeiro até hellfires disparados por drones como o MQ-9 Reaper, que pode voar por 27 horas com carga completa. É capaz de transportar 4 mísseis Hellfire, 2 bombas de precisão a laser GBU-12 de 250 Kgs ou 8 bombas menores. A previsão é de 44 drones operando naquele teatro até fevereiro do ano que vem.
Tudo isso representa uma gigantesca contrarevolução, conforme a percepção do historiador e analista Victor Davis Hanson. Uma grande dúvida é a ameaça interna. Se Trump e seus apoiadores serão capazes de resistir às enormes forças contrárias à noção de liberdade individual, tradição, valores e todo o nosso arcabouço moral. Há muito em jogo, como fica evidente ao vermos o escopo da influência do governo Trump 2.0.
Aliás, pode-se complementar essa lista com um elemento que expõe com clareza o aspecto transcendental, tão minimizado pela maioria das análises. Trump pessoalmente declarou que poderá entrar na Nigéria com armas disparando caso seu governo não atue na proteção dos cristãos nigerianos que estão sendo sistematicamente exterminados por muçulmanos. O Departamento de Guerra americano já iniciou a preparação para os cenários possíveis.
A batalha é, na maior das esferas, espiritual, e cabe a nós agir dentro do Brasil, da melhor forma possível, para mostrar ao mundo que rejeitamos o estado de exceção, o alinhamento atualmente sendo feito pelo regime e os crimes praticados pelas suas lideranças.
(Eduardo Vieira - 03/nov/2025)
Os americanos seguem chocando o mundo com a política fora da caixa de Donald Trump. Alguns acham que é fora da casinha, dado o alto grau de diferença entre o usual e inoperante linguajar diplomático e o ato de explodir navios repletos de drogas. Seria um afastamento da retórica vazia e da diplomacia suicida de credulidade total às desculpas de quem se apresenta no mundo dos fatos como inimigo. Chocante!
O meio econômico liberal prevê (e repete essa previsão em tom alarmante) uma tendência de queda do PIB americano em relação ao ano passado. Seria, para eles, a consequência lógica das tarifas. Vejo essa reação mais como a indignação pela ousadia do governo Trump de ignorar as regras de um jogo que achatava a economia americana, prejudicava o trabalhador da classe média e privilegiava inimigos declarados do país, como a China. Tarifas sempre existiram, o que ocorre hoje é um aumento dirigido de tarifas como forma de reestruturar práticas comerciais nocivas. Considerando a pujança da economia americana, cujo PIB deve ultrapassar a incrível marca de 30 trilhões de dólares em 2025 creio que as profecias da isentosfera não verão caminho fácil de realização. Naturalmente, veremos um esforço enorme pela realização dessa profecia, com o deep state e a esquerda americana sabotando o país de todas as formas. E isso diz respeito diretamente ao tema desse artigo.
Fracking, "drill, baby, drill", incentivos à expansão da geração nuclear de energia e abandono sistemático da narrativa de mudanças climáticas inverteram a ação americana em relação à energia. As medidas incluem aumento de produção de 5GW e construção de dez novos reatores até 2023. Incentivos de construção de reatores para finalidades de suporte militar ou AI incluem garantias de compra que efetivamente removem os riscos de construção. Trump anunciou em Tóquio o pacto "Power the AI", de 80 bilhões de dólares. Serão dez reatores gerando 8 GW cada.
Em termos de petróleo, o governo Trump aumentou a produção em 21.8% desde o fim do governo Biden. A produção mudou de 11,1 milhões de barris/dia para 13.5 milhões segundo dados da EIA (U. S. Energy Information Administration).
As fronteiras estavam abertas durante o governo Biden, permitindo a entrada de mais de dez milhões de imigrantes ilegais, segundo estatísticas oficiais do Departamento de Segurança Interna (DHS - Department of Homeland Security) dos quais 853.000 seriam criminosos condenados, segundo documento apresentado ao congresso americano pelo ICE em 22 de janeiro de 2025. Hoje a fronteira está praticamente fechada e 271.000 destes criminosos já foram presos, com quase 160.000 deportados.
Em DOZE dias, a administração Trump tornou a capital americana muito mais segura, com redução de 41% em crimes violentos, 60% em roubos e 100% em assassinatos. DEI tornou-se uma expressão maldita de uma hora para a outra. Há que se aplaudir os esforços de Robbie Starbuck e outros ativistas mas simplesmente a chave virou nesse caso.
O número de pessoas se declarando transgênero nas universidades americanas caiu pela metade entre 2022-23 e 2024-25. Palmas para Charlie Kirk aqui, entre outras pautas importantes. Dentro do exército americano, 66% dos transgêneros foram dispensados do serviço em nove meses, com o restante em processo. O número de novos recrutas trans é ZERO. Todos os benefícios para trans foram suspensos.
O governo Trump está pressionando a Rússia para a assinatura de um acordo de paz duradouro para dar fim à guerra na Ucrânia. Foram oito acordos de cessar fogo assinados, incluindo a Rússia no Mar Negro, Ruanda, Tailândia e Índia. Os houthis no Yemen interromperam os ataques depois que a esquadra americana chegou na região.
Tudo isso e muito mais mostram algo claríssimo. Trata-se de uma fortíssima contrarevolução. A oposição é o regressismo radical da esquerda americana, composta por globalistas e aliados de ocasião do eixo islâmico e sino-russo.
As universidades estão sendo consideradas pelo governo Trump como território inimigo e estão em andamento mudanças drásticas no financiamento federal dessas instituições.
Depois de dar uma bela freada de arrumação em casa e na Eurásia, Trump apontou seus canhões para a América Latina, com uma verdadeira guerra ao narcoterrorismo e aos ditadores desse continente, como é o caso das sanções contra vários membros do regime de exceção vigente no Brasil, como o ministro do STF Alexandre de Moraes, alvo de sanções pela lei Magnitsky por violação de direitos humanos. Uma longa lista de autoridades envolvidas em perseguições e ilegalidades relacionadas ao sistema eleitoral e à liberdade de expressão tiveram seus vistos cancelados, incluindo o de familiares, como é o caso dos famigerados ministros Luis Roberto Barroso, Edson Fachin, Dias Toffoli, Carmen Lúcia, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, entre outros.
Destaco aqui o documentário "Fake Judge", do jornalista português Sérgio Tavares, já disponível no YouTube e outras plataformas.
A guerra ao narcoterrorismo já gerou a destruição de 19 embarcações e captura de mais de 100 outras, num total de drogas destruídas ou apreendidas com valor de incríveis 52 BILHÕES de dólares. Aqui estão inclusas apreensões convencionais.
Os efeitos de todas essas ações são algo previsíveis. Literalmente, o sistema narcoterrorista do Foro de São Paulo, que inclui o Brasil, está sofrendo uma drástica queda de faturamento e a guerra acabou de começar. Essa administração está construindo o Forte Narco, na Guiana, numa colaboração com o governo da Guiana, a 40 milhas de Georgetown. Uma segunda base em Porto Rico foi reaberta e está em processo de atualização mas já em plena operação, tendo sido responsável por 8 dos 19 ataques citados anteriormente. Ambas bases se encontram dentro de 600 milhas da costa venezuelana.
Tudo indica que em breve ataques a instalações dos narcoterroristas em terra irão começar e não faltam meios para isso, desde misseis de cruzeiro até hellfires disparados por drones como o MQ-9 Reaper, que pode voar por 27 horas com carga completa. É capaz de transportar 4 mísseis Hellfire, 2 bombas de precisão a laser GBU-12 de 250 Kgs ou 8 bombas menores. A previsão é de 44 drones operando naquele teatro até fevereiro do ano que vem.
Tudo isso representa uma gigantesca contrarevolução, conforme a percepção do historiador e analista Victor Davis Hanson. Uma grande dúvida é a ameaça interna. Se Trump e seus apoiadores serão capazes de resistir às enormes forças contrárias à noção de liberdade individual, tradição, valores e todo o nosso arcabouço moral. Há muito em jogo, como fica evidente ao vermos o escopo da influência do governo Trump 2.0.
Aliás, pode-se complementar essa lista com um elemento que expõe com clareza o aspecto transcendental, tão minimizado pela maioria das análises. Trump pessoalmente declarou que poderá entrar na Nigéria com armas disparando caso seu governo não atue na proteção dos cristãos nigerianos que estão sendo sistematicamente exterminados por muçulmanos. O Departamento de Guerra americano já iniciou a preparação para os cenários possíveis.
A batalha é, na maior das esferas, espiritual, e cabe a nós agir dentro do Brasil, da melhor forma possível, para mostrar ao mundo que rejeitamos o estado de exceção, o alinhamento atualmente sendo feito pelo regime e os crimes praticados pelas suas lideranças.