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O Brasil tem saída? Uma explicação sobre a Associação

Enviado: Ter Nov 04, 2025 5:08 pm
por EduardoAFVieira
O Brasil tem saída? Uma explicação sobre a Associação
(Eduardo Vieira - 04/nov/2025)

Educação deletéria, cultura destruída, valores degradados, economia despencando, instituições corrompidas, governo em estado de exceção cleptocrático. Há solução para o Brasil?

Tudo isso é verdadeiro e é aceitável que alguém contemple esse desastre e se renda ao desespero. Declarações de desistência e de cinismo são constantes e, pior ainda, é constante a reclamação contra quem age e acredita num caminho de mudança. O desistente, bem ao estilo brasileiro, exige que todos desistam junto com ele para que ele não tenha revelada sua tolice e pequenez.

Mas a verdade é que a postura de desistência é uma futilidade inócua. Nada muda, o sol segue nascendo todos os dias e as andorinhas seguem migrando para reproduzir. Até o mofo no cérebro dos psolistas segue crescendo. Então é igualmente fácil cansar de ficar emburrado no cantinho e a maioria dos desistentes de ontem voltam a acompanhar a realidade de hoje. E logo ali adiante desistem de novo, num ciclo que lhes passa despercebido.

Basicamente é um problema de teimosia. O desistente exige uma solução hollywoodiana que não existe. Ele quer que seu problema seja resolvido mediante tiro e bomba, ou uma revolução ou, ainda pior, por uma acachapante vitória eleitoral, onde é convenientemente ignorado o estado de degradação do nosso ambiente político.

A vocês eu digo, deixem essas figuras de lado. Talvez um dia consigam se libertar, talvez não.

Talvez os desistentes entendam que não há caminho fácil, muito menos um caminho que eles não precisem trilhar e que possam ficar ao lado, batendo palmas ou subindo hashtags. Tudo isso é enganador e leva ao mesmo ciclo que acabei de descrever.

Então, como reagir a isso? Minha proposta se baseia em três pilares fundamentais. O primeiro deles é a caridade. E não é à toa.

A nossa ação para a sociedade deve estar escorada na vontade de fazer o Bem ao próximo. E todas as ações de todos os CNPJs decorrentes da Associação deverão ter essa preocupação primeira. Observem aqui que este item crucial se sobrepõe à vaca sagrada do "livre mercado" e também ao mercantilismo que costuma guiar as ações nesse mundo moderno que tanto criticamos. O fato de haver essa mudança de prioridades não enfraquece o processo, é justamente o que o torna importante.

O segundo pilar é a confiança pessoal, substituindo a burocracia notarial. No dia em que o famigerado "preto no branco" tornou-se mais importante que a honra pessoal mergulhamos no abismo. É importante observar que a confiança é sempre dependente de contexto e assim limitada. Uma pessoa confia num médico para fazer uma cirurgia em um filho mas não num advogado ou engenheiro. A confiança na Associação é igualmente delimitada e o risco relacionado à essa confiança é sempre mantido pequeno.

O terceiro pilar é a excelência aristocrática. O mundo moderno foi contaminado pela errada noção de que somos todos iguais e que as decisões devem ser tomadas por todos. Isso é o que chamamos de democracia e estamos vendo o resultado de tal erro todos os dias diante de nós. Ao invés de diluir a autoridade e a responsabilidade seguimos o caminho oposto, onde as decisões tem responsável individual, que é o agente atuante da Associação.

Esse conjunto de premissas fundantes torna essa empreitada segura em sua consistência, firme em seu propósito e completamente à prova de corrupção. Trata-se do modelo familiar ampliado, ou o modelo no pequeno negócio. Estes são, por isso mesmo, o pesadelo dos totalitários modernos.

Esses princípios estão tão longe da nossa realidade atual que compreendo que seja complicado entender como é possível atuar na prática. Mas atuamos, e atuamos com força. Vamos ver como fazemos isso.

A fase 1 do trabalho da Associação é a criação de pequenos grupos pessoais de total confiança mútua. Essa confiança será depois parcialmente transferida para a própria Associação e esses grupos representam o real poder da Associação, que é a reunião de pessoas com a capacidade de ação necessária para efetuar mudanças de fato. Essa ação não é bombástica nem arriscada. A Associação não está recrutando um exército nem muito menos estamos criando um partido político. Estamos criando a própria Associação.

A fase 2 que, como a anterior, já começou, é a fase de realizações culturais baseadas no meu próprio repertório de atuação. Estamos trabalhando com o espetáculo A Grande Jornada do Homem, como meu profícuo trabalho em redes sociais e programação no YouTube e no programa Galhofa Geral, dirigido ao lazer dominical com cultura e diversão. Outros projetos estão na agulha, dependendo de recursos.

A fase 3 é industrial e comercial e temos vários projetos na fila. Estão aí a sofisticação do nosso ambiente de comunicação, kits de ensino à distância, um telefone celular seguro, entre outras maravilhas necessárias.

Essas ações acontecem sem substituição, ou seja, quando iniciarmos alguma ação da fase 3 as anteriores seguirão em pleno andamento.

Essas ações são financiadas por doações dos colaboradores da Associação. O valor mínimo requerido é de R$ 40,00. Isto gera segurança e força porque é uma forma pulverizada de financiamento e ainda cria um mercado próprio.

Mais uma vez, é o pesadelo do mundo moderno globalista e impessoal.

Vale observar que diversos elementos dessa idéia saíram do distributismo de Chesterton e das explicações de Gustavo Corção e Olavo de Carvalho. Isso não significa presumir que qualquer deles fosse endossar essa ação, que fique bem claro. Muito menos que eu tenha compreendido a plenitude das idéias desses autores.

Os resultados práticos são diversos.

- A Associação cresce a cada mês, devagar mas com consistência.
- Apresentamos o espetáculo em São Leopoldo/RS para mais de 2.000 crianças da rede pública.
- Produzimos material no YouTube que foi assistido por mais de 40 mil pessoas este ano, com 5.600 horas de exibição. Isso dá quase oito meses direto de transmissão. Nosso canal está se aproximando dos 20 mil inscritos.
- Participei no último ano de dezenas de edições de programas jornalísticos e culturais e estou participando da redação de dois livros, todas ações diretamente conectadas aos princípios e objetivos da Associação.

Há vários projetos em andamento que não revelarei aqui mas que trarão muito bem à nossa sociedade, ainda.

Podemos fazer muito se nos unirmos e para isso precisávamos de uma liderança. E por isso criei a Associação e me ofereci como agente dessa sequência de ações. Juntos podemos fazer muito mais que isso, basta acreditar e persistir.

Em caso de dúvidas podem entrar em contato diretamente comigo. Outra vantagem dessa proposta.

Fiquem com Deus e mantenham sempre a fé.